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O ranking de anúncios da Meta mudou. O que fazer agora

Modelos de ranking adaptativo mudam a forma como os anúncios são servidos. O que isso significa para quem gere campanhas de clientes.

Por Redação Swonkie

Equipa editorial

2026-08-15 · 1 min de leitura

A Meta tem vindo a substituir a lógica de entrega de anúncios por modelos que aprendem e reordenam de forma contínua. O nome muda conforme quem escreve; o efeito prático não: o sistema reage mais depressa do que qualquer gestor de campanhas consegue reagir.

O que isto muda no dia a dia

Menos alavancas, mais matéria-prima. O trabalho desloca-se da segmentação para o criativo. Se antes se ganhava a afinar públicos, agora ganha-se a dar variedade suficiente para o sistema encontrar o que resulta.

A janela de aprendizagem é sagrada. Cada alteração reinicia aprendizagem. Uma campanha mexida todos os dias nunca sai da fase em que é mais cara.

O relatório mente mais depressa. Com entrega adaptativa, olhar para três dias é olhar para ruído. A leitura útil passa a ser semanal.

Um método que aguenta a mudança

  1. Três a cinco criativos por conjunto, genuinamente diferentes entre si. Variações de cor não contam como diferentes.
  2. Sete dias sem tocar, salvo erro grave. Escreve isto no acordo com o cliente antes de começar, não a meio.
  3. Uma decisão por semana, tomada sobre a semana inteira: matar, escalar ou deixar correr.
  4. Guarda o histórico do criativo, não só o do conjunto. O que ganha muda de conjunto ao longo do tempo, e sem histórico do criativo perdes a única aprendizagem que se transfere para o próximo cliente.

O que dizer ao cliente

Que vão ver menos mexidas e mais criativo. É uma conversa que corre melhor no início do que no fim do mês, quando alguém pergunta porque é que ninguém mexeu em nada.

Junta o pago e o orgânico no mesmo relatório

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