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Música, fotografias e conteúdo de outros: o que se pode mesmo usar

A música da biblioteca da app não serve para tudo, e a fotografia do cliente não é automaticamente sua.

Por Redação Swonkie

Equipa editorial

2026-10-29 · 2 min de leitura

A parte legal do conteúdo é ignorada até ao dia em que um vídeo é silenciado, uma publicação é retirada ou chega um email de uma agência de gestão de direitos. Nenhuma destas coisas é rara.

Isto não é aconselhamento jurídico: é a lista dos casos que aparecem sempre.

Música

Nas bibliotecas das aplicações, as faixas comerciais estão disponíveis para contas pessoais. Contas de empresa veem um catálogo mais reduzido, com faixas licenciadas para uso comercial. Usar uma faixa comercial numa conta de marca costuma resultar em silenciamento do vídeo, às vezes semanas depois de publicado.

Fora das aplicações (num vídeo montado e depois carregado) nada disto se aplica: é preciso licença própria. Bibliotecas de música com licença comercial resolvem, e a licença guarda-se.

"Uso não comercial" não cobre uma marca. Nem quando a publicação não vende nada.

Fotografias e vídeo

De bancos de imagens: ler o que a licença permite. Quase nenhuma permite usar a imagem de uma pessoa em contexto que sugira que ela apoia o produto.

De um cliente ou parceiro: ter por escrito. Um envio por mensagem não é uma cedência de direitos, e a pessoa que enviou pode não ser a que detém os direitos.

De pessoas reconhecíveis: direito de imagem é diferente de direitos de autor. O fotógrafo tem uma coisa, a pessoa fotografada tem outra. As duas são precisas.

Conteúdo de outras contas

Republicar uma publicação de outra conta com crédito é prática comum e continua a ser uso de conteúdo alheio. Pedir autorização leva uma mensagem, é quase sempre concedida e evita o pedido de remoção. O crédito não substitui a autorização.

Conteúdo gerado por clientes

Uma pessoa que marca a marca numa fotografia não cedeu direitos de uso em publicidade. Para usar em anúncios é preciso autorização explícita. Uma frase por mensagem, guardada, resolve.

O que guardar

Uma pasta com as licenças e as autorizações, com data. É a única coisa que serve quando alguém pergunta dois anos depois, e nessa altura ninguém se lembra de quem enviou o quê.

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Prompts
Criação

2026-10-13

Prompt: as dez perguntas para uma sessão gravada

Nenhuma pergunta sobre a história da empresa. É a que toda a gente faz primeiro e a que nunca dá um bom corte.

Boas perguntas são a diferença entre uma hora aproveitável e uma hora de conversa simpática.

Vou gravar uma sessão de uma hora com alguém desta empresa. Dou-te o cargo da pessoa e o que a
empresa faz.

Escreve dez perguntas com estas condições:
- cada uma tem de poder ser respondida em dois a três minutos
- cada resposta tem de fazer sentido sozinha, fora do resto da conversa
- pelo menos três perguntas têm de pedir um caso concreto, com números ou com um antes e depois
- pelo menos duas têm de tocar em algo que correu mal
- nenhuma pode ser respondida com sim ou não
- nenhuma pode ser sobre a história da empresa

Ordena-as da mais fácil para a mais exigente, para a pessoa aquecer.

Redação Swonkie

Equipa editorial

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Prompts
Criação

2026-10-08

Prompt: a mesma peça em três redes sem parecer copiada

Se a ideia não funciona numa das redes, a resposta certa é dizê-lo. Publicar em todo o lado não é uma obrigação.

Adaptar não é encurtar. O prompt que reescreve para o formato de cada rede em vez de cortar palavras.

Vou dar-te uma peça escrita para uma rede. Reescreve-a para Instagram, LinkedIn e TikTok.

Para cada uma:
- primeira linha própria, escrita para a dobra dessa rede
- estrutura própria (o LinkedIn aceita parágrafos, o TikTok precisa de fala, o Instagram vive da
  primeira frase)
- o mesmo argumento, exemplos diferentes se os do original não servirem ali
- o pedido final adequado ao que se pode fazer nessa rede

Não encurtes o texto original: reescreve. Se a ideia não funcionar numa das redes, diz que não
funciona e explica porquê, em vez de forçares uma versão.

Redação Swonkie

Equipa editorial

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